Nada mais.
(Gerson F. Filho)
Nada!
Absolutamente nada
Faltou ser
pronunciado
O lugar?
Já caiu
No comum...
E a palavra?
Em
argumentos esgotou-se.
Na sinuosidade
Das justificativas
No jogo
de evasivas
Não adianta mais!
A lágrima o lamento
Um
grito!
Que morre só...
No silêncio
Já companheiro solícito
De
uma pungente
Saudade...
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