Numa delirante dança
De confusão mental,
Minha alma dança...
E no bailado dessa dança
delirante
Tua imagem é par constante,
Que afasto e que chamo
incessante.
Que não quero, que
quero,
Que afasto, mas venero,
Que recuso na confusa dança delirante
Tua imagem como par constante.
Tua forma etérea,
Tua
imagem ébria
Confundem meus valores...
E por isso chamo,
E por isso
expulso,
Te quero, não te quero, nessa dança...
Ah, como quero!
Mas
te expulso.
Entro em abstração
À
procura de equilíbrio,
Então a necessária catarse
Pra ressurgir
inteiro,
Mas tua imagem volta
Me convidando
Pra outra dança
delirante!
Este poema faz
parte da obra "Ladrão de Solidão”
Autora: Lilia da Silva Machado
Número do registro: 281.961
Livro: 509 Folha: 21 - Fund. Biblioteca
Nacional
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