POESIA 100
Lilia Machado

 

Numa delirante dança
De confusão mental,
Minha alma dança...
E no bailado dessa dança delirante
Tua imagem é par constante,
Que afasto e que chamo incessante.
 
Que não quero, que quero,
Que afasto, mas venero,
Que recuso na confusa dança delirante
Tua imagem como par constante.
 
Tua forma etérea,
Tua imagem ébria
Confundem meus valores...
E por isso chamo,
E por isso expulso,
Te quero, não te quero, nessa dança...
Ah, como quero!
Mas te expulso.
 
Entro em abstração
À procura de equilíbrio,
Então a necessária catarse
Pra ressurgir inteiro,
Mas tua imagem volta
Me convidando
Pra outra dança delirante!
 
 
 
 
 
Este poema faz parte da obra "Ladrão de Solidão”
 
Autora: Lilia da Silva Machado
 
Número do registro: 281.961
Livro: 509 Folha: 21 - Fund. Biblioteca Nacional
 
 
 
 
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